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Ainda que a minha mente e o meu corpo enfraqueçam, Deus é a minha força, Ele é tudo o que eu preciso. (Salmo 73:26)

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Postado por: Welington Macedo / 01 Dez

Judeus de vários países vão até Hebrom celebrar a vida de Sara

Nos dias 22 e 23 de novembro cerca de 30 mil judeus israelenses, americanos, britânicos e franceses lotaram Hebrom e a cidade vizinha de Kiryat Arba para comemorar a leitura da Torá de ‘Chayei Sarah’, que detalha como Abraão, o Patriarca, comprou uma caverna dupla para enterrar sua esposa Sara (Gênesis 23). 

A Caverna dos Patriarcas é chamada Ma’arat ha-Machpela na Bíblia Hebraica ou [Macpela na versão em Português]. Para os muçulmanos, que reverenciam Abraão como profeta e pai de Ismael, é al-Masjid al-Ibrahimi (a Mesquita de Abraão). O complexo compartilhado é uma fonte de tensões políticas e religiosas, tornando este feriado um cruzamento entre um farbrengen hassídico (Woodstock), ação de graças e uma operação em larga escala das forças de defesa e da polícia de Israel.

Os turistas que chegaram para a celebração não tiveram onde se hospedar, uma vez que a cidade não possui hotéis e, com mais de 200 mil habitantes, apenas 800 são israelenses, sendo a maior cidade palestina da Cisjordânia.

As milhares de pessoas tiveram que acampar em tendas armadas no chão de quintais de casas particulares e instituições públicas. Refeições gratuitas foram fornecidas por vários doadores anônimos que fizeram questão de participar do momento.

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Postado por: Welington Macedo / 09 Abr

Auto de Páscoa deve atrair 40.000 pessoas

A Igreja da Cidade, de São José dos Campos (SP), começou esta semana a ensaiar o Auto de Páscoa, evento anual que é realizado pelos membros da igreja há 16 anos e que tem se tornado uma das principais atrações da cidade.

Marcos Sanches, um dos coordenadores do projeto e regente do coro, nos contou que tudo começou em 2004 quando a igreja se apresentou em um shopping da cidade.

“Foram tantas pessoas que acabou a comida da praça de alimentação”, lembra ele.

Desde então o evento tem tomado proporções maiores e para este ano há 600 artistas envolvidos contando com o coral, teatro, orquestra e dança. “Todos são voluntários”, esclarece o pastor ao dizer que há também outras 1.300 pessoas envolvidas no espetáculo.

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Postado por: Welington Macedo / 03 Abr

Selos descobertos em Israel remetem a relato bíblico

Um selo de 2.600 anos com a inscrição “(pertence) a Natã-Meleque, Servo do Rei” foi descoberto no sítio arqueológico “cidade de Davi”, em Jerusalém.

Revelado ao público neste domingo (31) pelo Dr. Anat Mendel-Geberovich, da Universidade Hebraica de Jerusalém, e pelo Centro para o Estudo da Jerusalém Antiga, trata-se de uma pequena peça de argila usada para assinar documentos nos tempos bíblicos.

“Embora não seja possível determinar com absoluta certeza que o Natã-Meleque mencionado na Bíblia era de fato o dono do selo, é impossível ignorar alguns dos detalhes que os ligam”, ressaltou Mendel-Geberovich em um comunicado.

Entre os aspectos distintivos estão o fato de ser um nome raro e que a datação remete ao mesmo período em que Natã-Meleque é citado, em 2 Reis 23:11, onde é descrito como um oficial na corte do rei Josias.

O selo ou “bula”, juntamente com outros artefatos, foi descoberta em um edifício público que foi destruído na mesma época que o Templo de Salomão. O achado arqueológico é bastante significativo, explica o Dr. Yiftah Shalev, da Autoridade de Antiguidades de Israel.

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Postado por: Welington Macedo / 11 Jan

Arqueólogos escavam local onde, segundo a Bíblia, ficou a Arca da Aliança

Arqueólogos israelenses dizem ter encontrados indícios da possível localização da Arca da Aliança, uma questão bastante polêmica, uma vez que existem várias teorias e pouca evidência histórica.

As Escrituras dizem que a Arca foi construída pelos israelitas seguindo as instruções de Deus e era um sinal da própria presença divina. No livro de 1 Samuel há o relato sobre quando ela foi capturada pelos filisteus, o que trouxe uma série de maldições sobre aquele povo.

Reconquistada, ficou 20 anos na cidade de Quiriate-Jearim, cujas ruínas estão na cidade israelense de Kiryat Ye’arim, nas proximidades de Jerusalém, onde os arqueólogos agora encontraram o que acreditam ser um templo antigo.

A tradição bíblica diz que eventualmente a Arca foi levada para Jerusalém e colocada no Templo construído por Salomão, mas desapareceu quando a cidade foi destruída pelos babilônios, no século VI a.C.

O professor Israel Finkelstein, da Universidade de Tel Aviv, que está conduzindo a escavação no local, disse que há vários fatores que o identificam como a Quiriate-Jearim mencionado na Bíblia.

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Postado por: Welington Macedo / 24 Dez

Ditados bíblicos: Veja 10 versículos que não estão na Bíblia

É comum observar em conversas entre cristãos, letras de música, e até mesmo em mensagens de pregações, os “ditados bíblicos” que não estão na Bíblia. Ainda que estas frases não sejam leais às Escrituras Sagradas, muitas delas são coerentes aos princípios bíblicos – se usadas corretamente.

Veja abaixo os dez versículos imaginários mais populares, conhecidos entre cristãos e não-cristãos:

1. “Vinde a mim como estás.”
Jesus faz o convite aos cansados, mas não com estas palavras. O correto é: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu darei descanso a vocês”. (Mateus 11:28)

2. “O cair é do homem, mas o levantar é de Deus.”
Essa frase, que é muito conhecida, não está na Bíblia. O versículo que remete a este texto é: “Porque sete vezes cairá o justo, e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal”. (Provérbios 24:16)

3. “Quem não vem pelo amor, vem pela dor.”
Embora a ideia seja verdadeira, este não é um versículo bíblico. Em muitas situações, o sofrimento se torna um instrumento  para conduzir o homem ao arrependimento.


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Postado por: Welington Macedo / 17 Dez

Histórias que se escondem por trás das “árvores de Natal”

Por que motivo “árvores de Natal” são montadas no mês de dezembro? Muitos cristãos decoram suas casas e não sabem ao certo o motivo pelo qual incluem uma árvore na época em que comemoram o nascimento de Cristo.

A maioria já sabe que Jesus não nasceu, de fato, em dezembro, mas a tradição é que seja comemorada a vinda do Salvador ao mundo.

De acordo com a revista Christianity Today, historicamente, a árvore era um antigo símbolo da vida no meio do inverno. Romanos decoravam suas casas com ramos verdes durante as festas de Ano Novo. Habitantes do norte da Europa cortavam árvores e as plantavam em caixas dentro de suas salas. Isso fazia parte dos “festivais de inverno”.

O pastor luterano Alexander Busch, em seu artigo “Pinheiro de Natal”, comenta que a tradição de se usar a árvore como símbolo da vida é muito antiga e não é exclusiva do cristianismo. “Enquanto todas as árvores estão desfolhadas, o pinheiro é o único que mantém as suas folhas ainda viçosas e verdes durante o inverno”, observou.

“É durante o frio do inverno que algumas árvores resistentes anunciam que a vida persiste e a primavera há de chegar”. Para o pastor a árvore de Natal é um grande símbolo de esperança e de persistência.

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Postado por: Welington Macedo / 24 Nov

Arqueólogos fazem descoberta que pode esclarecer como Sodoma e Gomorra foram destruídas

Durante a reunião anual das Escolas Americanas de Pesquisa Oriental em Denver, Colorado (EUA), o arqueólogo Phillip Silvia relatou, segundo reportou a revista Newsweek, as descobertas surpreendentes de escavações na área que acredita-se ser o local das cidades bíblicas de Sodoma e Gomorra.

O sítio arqueológico fica na região de Middle Ghor, no Vale do Jordão, onde viviam cerca de 65 mil pessoas naquela época. As pesquisas no local indicam a destruição por uma “poderosa onda de calor, vento e partículas minúsculas”.

Essa grande calamidade, ocorrida há uns 3,7 mil anos, deixou a região inabitável por séculos. Silvia, que comando uma equipe da Universidade Trinity Southwest, instituição cristã de ensino superior, argumenta que a civilização que habitava o lado oriental do mar Morto tenha sido destruída pela explosão de um meteorito na atmosfera.

Os arqueólogos acreditam que a explosão teria gerado grandes ondas de água supersalgada do mar Morto. Ela teia destruído “não apenas 100% das cidades da Idade do Bronze, mas também arrasou o solo agrícola das zonas outrora férteis”.

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Postado por: Welington Macedo / 24 Nov

Réplica exata da Arca de Noé será levada para Israel

A Arca de Noé construída pelo holandês Johan Huibers foi inaugurada em 2012. Dono de uma empresa de construção civil, em Dordrecht, perto da capital Amsterdã, seu idealizador é evangélico e decidiu seguir passo a passo as instruções relatadas no Livro de Gênesis sobre a Arca original.

Demorou 4 anos para ficar pronta e seu custo total ultrapassou um milhão e meio de dólares. Embora existam debates entre os estudiosos sobre as medidas, a réplica mede cerca de 135 metros de comprimento, 22,5 metros de largura e 13,5 metros de altura, que correspondem às proporções dos côvados indicados nos capítulos 6 a 9 de Gênesis.

A madeira utilizada equivale a derrubar 12.000 árvores. Após se tornar uma das atrações turísticas do sul da Holanda, ela deve ser levada para Israel. Huibers diz que sempre teve essa intenção. “Meu destino preferido para a arca é Israel”, afirmou o empresário de 60 anos.

Declarando amar o Estado e o povo judeu, ele aponta para a Bíblia ao dizer: “Acredito em tudo o que está escrito neste livro, de capa a capa. Como esta é uma cópia do navio de Deus, devemos levá-lo para a terra de Deus”.

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Postado por: Welington Macedo / 19 Nov

Mosaico encontrado em Israel retrata conquista de Canaã

Arqueólogos que escavam as ruínas de uma sinagoga construída no século V em Israel se depararam com um gigantesco mosaico. Os desenhos encontrados na sinagoga de Huqoq, próxima ao Mar da Galileia, chamam atenção pelos detalhes na representação de relatos bíblicos, sobretudo da conquista de Canaã, a terra prometida.

A equipe da arqueóloga Jodi Magness, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), trabalha no local desde 2012. A cada escavação, novos desenhos são revelados. A maioria são cenas bíblicas, como a arca de Noé, a divisão do Mar Vermelho, o envio dos espias, e Sansão.

Outras são enigmáticas, como a de um jovem levando um animal em uma corda, que seria uma referência à Isaías 11: 6, pois a inscrição diz: “uma criança pequena os guiará”.

Também há imagens históricas, como a da chegada de Alexandre, o Grande, uma raridade na iconografia judaica. “A arte judaica antiga é frequentemente considerada anímica, ou carente de imagens. Mas esses mosaicos coloridos e cheios de cenas figuradas atestam uma rica cultura visual”, explica a arqueóloga ao National Geographic.

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Postado por: Welington Macedo / 27 Ago

Estradas romanas geram riqueza até os dias de hoje

Historiadores calculam que os romanos chegaram a construir cerca de 80 mil km de estradas, o que equivale a duas voltas inteiras pelo planeta Terra. Atualmente, essa rede de estradas é ocupada por mais de 30 países.

No primeiro século, durante o período da “Pax Romana” as estradas serviam para o transporte de tropas do exército, mensageiros do correio imperial e circulação de suprimentos que abasteciam o império. Com o tempo, elas viraram rotas comerciais que conectavam a Europa, Oriente Médio e o norte da África.

Um grupo de economistas da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, chegou à conclusão de que a prosperidade atual pode ter sido gerada por conta dessas estradas ao logo dos últimos dois mil anos de história.

Os pesquisadores compararam um mapa da antiga rede de estradas romanas com um mapa noturno moderno de 2010, onde é possível ver áreas mais ou menos iluminadas pela rede elétrica. Para os economistas, a relação é clara: quanto mais luz, maior o progresso econômico.

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Postado por: Welington Macedo / 09 Jul

Arqueólogos encontram mais ruínas de Betsaida, cidade onde Jesus viveu

Arqueólogos descobriram o portão de entrada para a cidade bíblica de Betsaida durante escavações realizadas nas colinas de Golan nas últimas duas semanas. As primeiras imagens foram publicadas neste domingo (8) pelo Conselho Regional de Golan.

Um grupo de 20 arqueólogos de todo o mundo, juntamente com o diretor do Projeto Betsaida, Dr. Rami Arav, conduziram novas escavações em duas áreas diferentes, encontrando as ruínas dos portões da cidade. Todo o trabalho é coordenado pelo Hebrew Union College, em Jerusalém.

A antiga vila de pescadores é mencionada várias vezes no Novo Testamento. Terra natal dos apóstolos Pedro, André e Felipe (João 1:44). Jesus também morou algum tempo naquele local, onde acredita-se que alimentou milagrosamente uma multidão de pessoas com cinco pães e dois peixes.

Chamada de Zer antes do domínio romano no primeiro século antes de Cristo, as descobertas agora de seu real tamanho e a riqueza, mostrada pelas impressionantes fortificações, confirmam que foi uma cidade importante, de valor estratégico.

“Não há muitos portões deste período encontrados em Israel. Betsaida era o nome da cidade durante o período do Segundo Templo, mas durante o período do Primeiro Templo era conhecida como Zer”, lembra o Dr. Arav, apontando para Josué 19:35, que menciona “as cidades fortificadas de Zidim, Zer, e Hamate, Racate e Quinerete”.

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Postado por: Welington Macedo / 29 Mar

Por que a data da Páscoa muda todo ano?

A Páscoa este ano será celebrada no dia 1º de abril. Em 2017, foi no dia 16 do mesmo mês. Na verdade, trata-se de um “feriado móvel”, que pode variar a cada ano entre 23 de março e 24 de abril. Isso ocorre por que é usado um sistema complexo, desenvolvido para tentar acomodar calendários diferentes, uma vez que a Páscoa Judaica é determinada pelo calendário bíblico, lunar e com ciclos de 28 dias.

O calendário ocidental (gregoriano) não combina com os ciclos astronômicos, por isso há uma grande variação. “Durante milhares de anos vêm sendo feitos cálculos e ajustes na tentativa de coincidir os calendários artificiais com a astronomia. Mas, exatamente pela falta de uma combinação precisa entre eles, são necessários cálculos complexos para se determinar o dia exato do equinócio e da lua cheia”, explica Marek Kukula, astrônomo no Observatório Real de Greenwich, em Londres.

Na Idade Média, após a famosa briga da Igreja Católica com Galileu, por conta de divergências sobre os estudos de astronomia divulgados por ele, o Vaticano determinou a construção de seu primeiro observatório em 1774.

O estabelecimento da data da Páscoa não é necessariamente o mesmo para cristãos e judeus. Os ortodoxos, por exemplo, usam o Calendário Juliano em vez de aceitar o que foi estabelecido em 1582, pelo papa Gregório, chamado de gregoriano. Por isso, as igrejas ortodoxas, celebram a Páscoa e o Natal em datas diferentes das tradições ocidentais.

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Postado por: Welington Macedo / 26 Mar

Jornalista alerta sobre uso da internet: "As redes sociais podem se tornar idolatrias"

Você já parou para pensar sobre como a internet pode roubar nosso tempo com Deus. É certo que hoje em dia estar conectado nos ajuda a saber mais das informações e até mesmo de notícias e testemunhos que podem fortalecer a nossa fé. Mas, até que ponto nós podemos consumir internet sem prejudicar nossa intimidade com Deus?

A jornalista Dayane Nascimento apontou dados de um estudo que são alarmantes. Segundo a blogueira, o brasileiro chega a passar quase 10 horas na internet por dia. “Há um estudo de 2015 que diz que o brasileiro passa cerca de nove horas por dia na internet. Isso via computador e celular”, disse ela.

“Mais ou menos cinco horas via computador e três horas e quarenta pelo celular. Isso dá mais de um terço do dia”, ressaltou ela sobre os dados do estudo.

Para a jornalista cristã, isso pode acarretar fatores negativos para a nossa fé e intimidade com Deus. “Isso influencia negativamente em nosso relacionamento com Deus. Quando você está lendo a Bíblia, você pega ali e diz: ‘Nossa, já passei tempo demais’. E na verdade só passou 10 minutos”, alerta.

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Postado por: Welington Macedo / 13 Fev

Coliseu será “pintado” de vermelho em homenagem aos mártires cristãos

O Coliseu é um dos mais famosos cartões postais de Roma. Ele foi palco da morte de milhares de cristãos perseguidos durante o reinado de alguns imperadores nos primeiros séculos da era cristã.

No sábado, 24 de fevereiro, ele será totalmente iluminado em vermelho, numa homenagem aos cristãos que derramam seu sangue pela fé até hoje. O mesmo ocorrerá com duas igrejas no Iraque: a catedral de São Elias Maronita, em Aleppo (Síria) e a Igreja de São Paulo em Mosul (Iraque).

A iniciativa é da Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN), que recentemente publicou um relatório sobre a perseguição religiosa global. “Os cristãos são vítimas de pelo menos 75% de toda violência e opressão religiosa”, afirma o estudo.

Durante o evento especial em Roma, os participantes terão a oportunidade de escutar testemunhos de cristãos que sofreram a perseguição no Oriente Médio.

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Postado por: Welington Macedo / 01 Fev

Pergaminhos do Mar Morto podem desvendar detalhes da última semana de Jesus na Terra

Uma mensagem contida em um dos dois últimos rolos dos Pergaminhos do Mar Morto ainda não traduzidos pode conter uma pista para ajudar os estudiosos da Bíblia a reconstruir a cronologia da última semana de Jesus na Terra.

Pesquisadores da Universidade de Haifa juntaram e traduziram 42 fragmentos codificados de um pergaminho que explicam a estrutura de um ano de acordo com o calendário de 364 dias empregado pela comunidade judaica de Qumrán do primeiro século, que vivia no deserto da Judeia e são considerados autores dos pergaminhos.

Embora o uso do calendário de 364 dias pela comunidade fosse conhecido a partir de documentos antigos anteriormente traduzidos, o material recém-traduzido - publicado na edição de inverno 2017-18 do 'Journal of Biblical Literature' - revela o nome hebraico de um festival da comunidade - chamado "Tekufah", "período" em uma tradução livre - que celebra cada mudança de estação.

Em contraste com o calendário de 364 dias, os fariseus e saduceus mais convencionais empregavam um calendário lunar, que às vezes colocava festividades judaicas em dias ligeiramente diferentes.

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Postado por: Welington Macedo / 21 Dez

Arqueólogos encontram ruínas da cidade de Corinto - Veja vídeo!

Novas escavações arqueológicas no antigo porto da cidade bíblica de Corinto, revelam partes pouco conhecidas da história. Um terremoto atingiu o local, deixando parte de Corinto no fundo do mar. De acordo com a Bíblia, ela foi visitada pelo apóstolo Paulo, no período em que esteve sob o domínio do Império Romano. Também é mencionada nas duas cartas que Paulo escreveu aos membros da igreja naquela cidade.

Arqueólogos da Grécia e da Dinamarca estão investigando o porto de Lechaion, que ficou submerso. Também investigam o porto de Kenchreai. Eles descobriram ruínas que mostram traços de engenharia romana e prédios muito antigos.

“Por quase duas décadas, fiquei procurando o contexto arqueológico perfeito, onde todo o material orgânico normalmente não encontrado em terra estivesse preservado”, explica Bjørn Lovén, diretor do projeto. “O potencial para mais descobertas únicas é inacreditável”.

A estrutura portuária, localizada no golfo de Corinto, antes do terremoto ligava a cidade de Corinto com as rotas comerciais na região. Isso ajudou a acumular grandes riquezas.

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Postado por: Welington Macedo / 21 Dez

Judeus inauguram sala de oração no subterrâneo do “Santo dos Santos”

Nesta segunda-feira (18), judeus praticantes de todo mundo acenderam a sétima vela de Chanuká. A cerimônia no Muro das Lamentações foi realizada pelo rabino-chefe de Jerusalém, Aryeh Stern, e por Eli Groner, diretor-geral do gabinete do primeiro-ministro.

Imediatamente após as velas serem acesas, uma nova sinagoga foi inaugurada nos túneis que ficam nos subterrâneos do Muro. A nova sala de oração é o resultado de 12 anos de trabalho de construção e de preservação arqueológica. O objetivo era oferecer conforto e, ao mesmo tempo, preservar a impressionante caverna onde ficam os túneis.

A sinagoga está localizada em frente à “Grande Pedra”, mais de 30 metros abaixo do local em que se acredita ficar o Santo dos Santos no Templo judeu.

O design único desse local de oração combina a estrutura milenar com uma moderna “arca redonda”, uma escultura de metal cujo topo lembra a sarça ardente vista por Moisés. Nela estão gravados os versículos da “Shema Yisrael” (Deuteronômio 6:4-9), além de um trecho de Cântico dos Cânticos.

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Postado por: Welington Macedo / 17 Nov

Estátua de José no Egito comprova êxodo judeu

Anualmente, milhões de turistas do mundo todo visitam as margens arenosas do Mar Vermelho, para verem onde Moisés passou quando tirava o povo israelita da escravidão no Egito.

Embora os arqueólogos modernos insistam que os relatos bíblicos não podem ser provados, uma descoberta recente pode mudar esse quadro.

Após anos de pesquisas, o cineasta Timothy Mahoney e sua equipe de pesquisadores revelaram algo que podem confirmar os acontecimentos do Livro de Êxodo, incluindo uma estátua que pode ser a de José.

Em entrevista à WND, Mahoney explica que gravou o documentário “Patterns of Evidence: Exodus” e também lançou um livro sobre sua jornada arqueológica. “Doze anos atrás, comecei uma aventura, uma busca pelo caminho do Êxodo”, lembra o cineasta. “Eu queria mostrar tudo. Mas quando cheguei ao Egito e conversei com egiptólogos e estudiosos, acabei ouvindo de um deles: Você não sabe que o Êxodo nunca aconteceu? Não há provas disso”, relata.

Mesmo convicto de que a Bíblia é verdadeira, Mahoney voltou aos EUA com uma “semente de dúvida” crescendo em sua mente. Procurando outros estudiosos, acabou ouvindo de um egipotologista que a arqueologia moderna tem procurado Moisés nos lugares errados e no período de tempo errado.

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Postado por: Welington Macedo / 15 Nov

Descobertas ruínas da “fortaleza de Salomão”, mencionada na Bíblia

Um grupo de arqueólogos cristãos descobriu os portões de uma das fortalezas do rei Salomão, durante escavações no Parque Tamar, sul de Israel. Paul Lagno, que faz parte da equipe, diz que indícios no local confirmam o relato bíblico.

“A Bíblia diz que Salomão construiu uma fortaleza no deserto. Os arqueólogos têm certeza de que encontraram todas as características dos portões de uma delas. O local tem todas características de uma cidade fortificada. Eles acreditam que esta foi construída por Salomão”, assegurou Lagno ao site Breaking Israel News.

Ele lembra que o texto de 1 Reis 9:18, fala sobre Salomão edificar um local no deserto chamado Tamar. “Além disso, os altares pagãos destruídos pelo rei Josias, conforme descrito em 1 Reis 13:3 também foram encontrados, exatamente fora dos portões”.

A doutora Tali Erickson-Gini, arqueóloga da Autoridade de Antiguidades de Israel, que participou da descoberta, acredita que essa escavação descobriu as primeiras fortificações no sítio arqueológico do Parque Tamar, provavelmente erguidas no período do Primeiro Templo. Ela, juntamente com o Dr. James Tabor e o Dr. Yoram Haimi, lideraram a equipe durante cinco dias.

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Postado por: Welington Macedo / 14 Set

Ossos do apóstolo Pedro teriam sido descobertos em Roma

Durante uma restauração de rotina de uma igreja de quase 1000 anos de idade, foram descobertos fragmentos de osso em vasos de barro. Acredita-se que possam pertencer a São Pedro e os quatro primeiros mártires da Igreja.

“Havia dois potes de barro onde estavam inscritos com os nomes dos primeiros papas – Pedro, Félix, Calixto e Cornélio”, disse o funcionário que fez a descoberta ao canal de televisão italiano RAI Uno.

“Eu não sou arqueólogo, mas entendi imediatamente que eram muito velhos. Olhando para eles, fiquei muito emocionado”, afirmou.

A existência desses fragmentos ósseos era conhecida há séculos, mas nunca tinham sido encontrados. Dentro da igreja de Santa Maria em Cappella, uma inscrição de pedra registra a existência das relíquias. Devido a problemas estruturais, o local ficou fechado por 35 anos. Como parte da manutenção de rotina, um trabalhador descobriu os ossos sob uma pedra de mármore atrás do altar.

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Postado por: Welington Macedo / 31 Ago

Estátua de faraó encontrada em Israel pode comprovar relatos do Livro de Josué

Uma estátua de 4300 anos de idade, representando um faraó foi encontrada destruída no sítio arqueológico de Tal Hazor, no norte de Israel. Acredita-se que ela foi quebrada 3300 anos atrás, durante a invasão liderada por Josué naquele local.

A cidade de Hazor foi crucial para o estabelecimento de Israel na poção norte de Canaã. A Bíblia relata o conflito entre Jabim, rei de Hazor, e as tropas israelitas em Josué 11. Embora pequena, contando com cerca de 20 mil moradores, foi o centro de uma coalizão de pequenos Estados canaanitas, que acabou conquistada e queimada.

Escavações realizadas pela Universidade Hebraica de Jerusalém em Hazor há décadas confirmam aspectos dos relatos bíblicos. Mas a presença de um artefato egípcio ainda intriga os arqueólogos, que não conseguiram descobrir quem ela retrata.

O assunto foi debatido extensivamente no livro Hazor VII: The 1990-2012 Excavations, the Bronze Age [Hazor VII: As escavações de 1990-2012, a Era do Bronze]. Seus autores, os egiptólogos Dimitri Laboury e Simon Connor concluíram apenas que era “um objeto de prestígio conectado à realeza egípcia”.

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Postado por: Welington Macedo / 14 Ago

Água em vinho: Descoberta fábrica de talhas na Galileia

Arqueólogos israelenses descobriram uma oficina de produção de vasilhas de pedra com 2.000 anos de idade na Galileia, norte de Israel. No local eram fabricados recipientes similares aos usados por Jesus para transformar água em vinho, o primeiro milagre narrado nos Evangelhos.

“O hábito de os judeus daquela época usarem vasilhas de pedra por razões religiosas é algo bem documentado nas fontes talmúdicas e no Novo Testamento”, explicou nesta quinta-feira (10) Yardena Alexandre, arqueóloga do Instituto de Antiguidades de Israel, que destaca o caráter ritualístico do material encontrado.

Os vasos eram fabricados com cerâmica durante o Império Romano. Mas os judeus consideravam o material impuro e inapropriado para os rituais de purificação pela sua possibilidade de ruptura. Por isso começaram a fabricar utensílios de pedra.

“É possível que os grandes recipientes de pedra do tipo mencionado nas Bodas de Caná da Galilea fossem produzidos localmente”, aponta Alexandre. Para ela, a descoberta “proporciona uma evidência fascinante do lugar central da pureza ritualística na vida cotidiana dos judeus galileus no tempo de Jesus”.

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Postado por: Welington Macedo / 07 Ago

Arqueólogo confirma a existência de 53 personagens bíblicos

Acreditar na veracidade da Bíblia em pleno século 21 é uma questão só de fé, certo? Não para Lawrence Mykytiuk, da Universidade de Purdue, em Indiana (EUA). Ele está divulgando o que chama de método para “desenvolver a historicidade” dos relatos.

Graças ao sistema criado por ele, 53 indivíduos citados no Antigo Testamento tiveram sua comprovação como personagens históricos genuínos. O professor Mykytiuk trabalha apenas com o que chama de “evidências materiais”.

Sua formação como bibliotecário e especialização em técnicas de catalogação aliaram-se ao seu interesse na Bíblia para fazer o que ele acredita que os arqueólogos deveriam estar fazendo há muito tempo: examinar inscrições de peças arqueológicas e combiná-las com o registro desses nomes na Bíblia.

O sistema elaborado por Mykytiuk baseia-se em três critérios: um nome bíblico deve equivaler a uma inscrição autêntica, sem possibilidade de falsificação. Os nomes – na Bíblia e na inscrição – devem corresponder em termos de configuração e no período de tempo. O último estágio, talvez o mais difícil, é procurar correspondências de pelo menos três detalhes específicos que identifiquem um indivíduo, como nome, título ou nome do pai.

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Postado por: Welington Macedo / 27 Jun

DNA de múmias apoia a narrativa bíblica de descendentes de Noé

A pesquisa recente do DNA retirado de dezenas de múmias egípcias com milhares de anos de idade comprova que os habitantes originais daquela terra possuem parentesco mais próximo com habitantes do Oriente Médio que com os povos negros da África ao sul do Saara.

Pesquisadores da Universidade de Tuebingen e do Instituto Max Planck para a Ciência da História Humana em Jena – ambos na Alemanha – obtiveram “resultados inesperados” ao decodificar o genoma desses antigos egípcios.

Os corpos mumificados submetidos aos testes abrangem quase 2.000 anos de história egípcia, do chamado Novo Império (cerca de 1.400 a.C.) até o final da presença do Império Romano na região (cerca de 400 d.C.). Logo, foi possível comparar o DNA dos moradores antigos com o dos egípcios modernos e ver como outros povos da Antiguidade tiveram impacto sobre sua composição genética.

A pesquisa baseia-se em 166 amostras de 151 indivíduos mumificados encontrados em Abusir el-Meleq. A extensiva análise, publicada na revista especializada Nature Communications, concluiu que “eles se diferem dos egípcios modernos e estão mais próximas das amostras de moradores do Oriente Próximo”, observaram os pesquisadores. “Em contraste, os egípcios modernos são mais influenciados pelas populações da África subsaariana”.

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Postado por: Welington Macedo / 17 Abr

Esterco oferece prova arqueológica de relato bíblico sobre o rei Salomão

A descoberta de pilhas de esterco de 3.000 anos de idade no vale Timna, sul de Israel, estão fornecendo aos arqueólogos comprovações sobre os relatos bíblico referentes ao rei Salomão.

Usando técnicas avançadas de datação, o material ficou conservado desde o século 10 a.C. graças a condições climáticas únicas naquela região de Israel.

O History Channel mostrou recentemente como os arqueólogos da Universidade de Tel Aviv começaram a escavar em 2013 as ruínas de um local usada para mineração. Logo fizeram várias descobertas importantes, incluindo muros e portões fortificados.

Contudo, o mais impressionante é que a equipe encontrou pilhas de estrume animal. Inicialmente ignorados, por acreditarem que seriam de animais de beduínos que vivem nas imediações, ficaram surpresos ao perceber que os dejetos ajudavam a mostrar como aquele local era usado na uma época em que o rei Salomão construiu o Templo em Jerusalém.

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Postado por: Welington Macedo / 19 Fev

Primeira Bíblia impressa é disponibilizada on-line

A Bíblia de Gutenberg é o primeiro livro impresso no Ocidente usando a técnica conhecida como “de caracteres móveis”. Elaborada em Magonza, por volta do ano 1455, a obra em alemão foi um dos alicerces da Reforma Protestante, que originou o movimento evangélico.

Existem apenas doze exemplares conservados da Bíblia de Gutemberg impressas em pergaminho, mas apenas quatro destes estão inteiros. Existe ainda uma cópia impressa em papel, mas que possui grande importância histórica por ser a única com notas manuscritas, que certifica como a conclusão da impressão em 1456.

Agora, a Biblioteca Nacional da França (BNF) está disponibilizando a consulta pela internet de dois dos quatro exemplares conservados em solo francês, uma em pergaminho e a outra em papel.

A BNF figura entre as maiores instituições literárias no mundo, com mais de 30 milhões de volumes, além da edição digital Gallica, que reúne milhões de documentos, livros, mapas, imagens, partituras.

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Postado por: Welington Macedo / 26 Dez

Até ateus reconhecem que sucesso financeiro depende de Deus, veja tabela Datafolha

O instituto Datafolha ouviu 2.828 brasileiros, maiores de 16 anos, escolhidos aleatoriamente, como amostragem de toda a população, e os resultados confirmam que até ateus reconhecem que sucesso financeiro depende de Deus.

Realizada em 174 municípios, o nível de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

23% dos que se declararam ateus na pesquisa concordam com a afirmação acima, de que “todo o sucesso financeiro da minha vida eu devo, em primeiro lugar, a Deus”. Esse número, porém, aumenta entre os que tem religião, sendo 90% dos que concordam e 70% entre os que afirmam não ter religião.

A pesquisa revelou ainda um dado muito interessante, de que quanto menor a escolaridade e menor a renda, maior é a gratidão a Deus pelas conquistas.

Entre os mais instruídos, com nível superior, a porcentagem é de 77% dos que atribuem suas conquistas a Deus e 7 entre 10 dos que recebem até R$ 8.880,00 de salário.

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Postado por: Welington Macedo / 02 Dez

Livros com dois mil anos seriam a mais antiga referência a Jesus

Um compêndio de 70 livros considerados como as menções mais antigas a Jesus Cristo foram encontrados na Jordânia, em 2008, pelo beduíno israelense Hassan Saeda. Feitos de chumbo, os tabletes são presos por anéis, formando um único volume. Contudo, esse material causou divisão entre os estudiosos.

Segundo a análise de cristalização realizada pelos peritos da Universidade de Surrey, a obra tem entre 1,8 mil e 2 mil anos. Os testes de alta tecnologia utilizaram como comparação uma amostra de chumbo da Roma antiga. Isso ajudou os estudiosos na comprovação da compatibilidade.

Seu texto é na língua paleo-hebraica, e a mensagem afirma que Cristo não estava fundando uma religião, mas reafirmando as tradições da era do Rei Davi. Afirma ainda que Jesus seguia a tradição de um grupo religioso hebraico que dizia ser capaz de ver a face de Deus no interior do Templo de Salomão. Estranhamente, essa divindade seria ao mesmo tempo homem e mulher, uma clara contradição das Escrituras.

Os apóstolos Tiago, Pedro e João também aparecem nos manuscritos, que mencionam a presença de mulheres no ministério de Jesus. Além disso, nas bordas eles possuem em relevo uma estrela de 8 pontas, um antigo símbolo da vinda do Messias. Os arqueólogos Jennifer e David Elkington iniciaram em 2009 uma campanha em defesa da proteção e reconhecimento desse material.

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Postado por: Welington Macedo / 22 Nov

Pedras com a mais antiga inscrição dos Dez Mandamentos são vendidas por quase 3 milhões

Uma pedra de mármore pesando 52 quilos foi vendida por US$ 850 mil em um leilão realizado recentemente. O motivo do preço tão alto? Essa é considerada a inscrição mais antiga dos dez mandamentos dados por Deus a Moisés.

O valor de venda – que na cotação do dólar hoje equivaleria a R$ 2,85 milhões – foi justificado por estudiosos, que acreditam que a peça tenha sido esculpida por samaritanos com nove mandamentos. Os autores da peça substituíram o mandamento “não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão” pela regra “construa um tempo no monte Garizim”.

A fabricação da pedra dos mandamentos foi feita entre os anos 300 e 500 d.C. e colocada na entrada de uma casa de culto samaritana. O edifício, posteriormente, foi destruído pelos romanos. As tábuas de pedra ficaram sob os escombros até 1913, quando um árabe operário da construção civil as localizou, em Israel.

“Os operários que acharam [as tábuas de pedra] não reconheceram sua importância e as venderam ou entregaram para um árabe local, que colocou a pedra na soleira do pátio interno com a inscrição virada para baixo”, comentou David Michaels, diretor de moedas antigas na Heritage Auctions, segundo informações do Breaking Israel News.

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Postado por: Welington Macedo / 05 Nov

Inscrições de antigas tradições muçulmanas reconhecem presença do templo judeu em Jerusalém

Uma inscrição recentemente estudada a partir de uma mesquita perto de Hebron oferece evidências sobre como, até meados do século 20, o mundo muçulmano planejava que Domo da Rocha de Jerusalém fosse o sucessor de dois santuários judaicos antigos que estiveram no topo do Monte do Templo.

Essa placa em pedra veio à tona agora que a UNESCO aprovou uma resolução política que nega fatos históricos amplamente consolidados em diversas fontes e aceitos entre estudiosos. A previamente negligenciada inscrição de dedicatória da Mesquita de Umar, em Nuba, uma vila a cerca de 26 kma sudoeste de Jerusalém, menciona a aldeia como uma doadora para o Domo da Rocha e a Mesquita Al-Aqsa, segundo informações do jornal Times of Israel.

Mas o que é surpreendente é que o Domo da Rocha é referido no texto como “a rocha da Bayt al-Maqdis” – literalmente, “O Templo Sagrado” – uma tradução literal feita a partir do termo hebraico para o templo de Jerusalém que os primeiros muçulmanos empregaram para se referir a Jerusalém como um todo, e ao santuário de cúpula de ouro em particular.

A tradição local atribui a construção da mesquita ao califa Umar ibn al-Khattab, sob cuja liderança exércitos árabes conquistaram Jerusalém e o resto da Palestina bizantina em meados do século 7º. Foi sob o seu eventual sucessor Abd al-Malik, o quinto califa, que o Domo da Rocha foi concluída em 691 d.C.