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Trump anuncia sanções contra ministros turcos, exigindo soltura de pastor

Após o presidente da Turquia Recep Erdogan ter dito que não aceitaria “ameaças” de sanções de Washington, que exige a soltura do pastor Andrew Brunson, o governo dos Estados Unidos anunciou que os ativos que dois ministros turcos têm sob jurisdição americana serão bloqueados.

Acusado falsamente de terrorismo, Brunson ficou 18 meses preso e semana passada foi enviado para prisão domiciliar em Izmir (antiga Esmirna), onde mora com a família há cerca de duas décadas.

A porta-voz da Casa Branca Sarah Huckabee Sanders explicou que o presidente Donald Trump, falou sobre Brunson em “várias ocasiões” com o presidente da Turquia e que “não está contente” com a decisão de não libertá-lo.

Por isso, nesta quarta-feira (1) entram em vigor sanções econômicas contra os ministros de Justiça da Turquia, Abdülhamit Gül, e de Interior, Suleyman Soylu. “A detenção injusta do pastor Brunson e a sequência das ações contra eles é simplesmente inaceitável”, disse Sanders.

O pastor ainda pode pegar até 35 anos de prisão, pois seu processo continua em andamento. O Ministério Público da Turquia afirma que ele tem ligações com o clérigo islâmico Fethullah Güllen, exilado nos EUA, acusado por Erdogan como o responsável pelo fracassado golpe de estado de 2016.

Brunson sempre negou qualquer envolvimento com atividades terroristas e acredita que sua prisão é perseguição por suas atividades de evangelismo.

Erdogan rebateu o anúncio da Casa Branca afirmando que seu país não “cederá às ameaças dos EUA” e acusou o governo Trump de agir segundo uma “mentalidade sionista e evangélica”.

O vice-presidente Mike Pence disse na semana passada que Brunson era “vítima de perseguição religiosa”, mas Erdogan insistiu que a Turquia não tem o “menor problema com as minorias religiosas”. Os numerosos relatos de ataques contra cristãos e judeus em solo turco indicam que isso não corresponde à realidade. 

Com informações AP e Times of Israel


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