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Pressões governamentais e sociais sobre a religião crescem em todo o mundo

Segundo um estudo da Pew Research Center, as pressões governamentais e sociais contra práticas religiosas aumentaram. A pesquisa analisou dados de 2007 a 2017 e considerou várias religiões.

“As restrições governamentais à religião – leis, políticas e ações de funcionários do Estado que restringem crenças e práticas religiosas – aumentaram acentuadamente em todo o mundo”, concluiu o estudo.
 
Essa é a mesma mensagem divulgada pela Portas Abertas, organização que acompanha a perseguição religiosa contra cristãos e que tem alertado para o aumento do número de casos de restrições, assédio, violência e outras ações contra minorias religiosas em países islâmicos.

Os estudos de ambas as instituições mostram que os governos estão aumentando as restrições aos cristãos, e o número de países onde eles experimentam os mais altos níveis de pressão e intolerância religiosa está aumentando.

A pressão e hostilidade contra este grupo religioso é maior no Oriente Médico e Norte da África, conforme o relatório da Pew. Mas as áreas onde as condições estão se deteriorando mais rapidamente incluem a Europa e a África Subsaariana.

Segundo a Portas Abertas, existem mais de 245 milhões de cristãos perseguidos hoje no Mundo. A Lista Mundial da Perseguição foi criada há mais de 25 anos e pesquisa mais de 150 países, classifica os 50 países que mais perseguem cristãos no mundo.

A lista destaca a violência contra cristãos em todo o mundo, sendo que há 73 países com altos níveis de perseguição. Onze deles apresentam um nível “extremo” de perseguição, 29 têm um nível de perseguição “severo” e 33 países com um nível “alto” de perseguição.

“Temos evidências estatísticas para apoiar nossa experiência de que a perseguição está crescendo tanto em intensidade quanto no número de países e [cristãos] afetados”, afirma Wybo Nicolai, criador da Lista Mundial da Perseguição na década de 1990 e agora chefe de serviços externos da Portas Abertas Internacional. “Esta lista não altera as tendências dos últimos anos; mas é ainda pior do que no ano passado”.

Os rankings baseiam-se em pesquisas de cinco esferas (ou categorias) de vida: privada, familiar, comunitária, nacional e da vida da igreja.

Um sexto bloco, “violência”, corta todos os cinco e mede “violência” séria (incluindo privação de liberdade) para pessoas ou propriedades.

Fonte: Portas Abertas


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